A maioria dos brasileiros sonha em ter sua própria casa. Em cada uma das classes isto vem a ser um sonho de todos aqueles que permanecem no território, não é atua que no mercado imobiliário pertence a setores que, apesar dos esforços, continuam a crescer.
A maneira mais simples de realizar este sonho é, sem dúvida, financiar uma propriedade. Neste sentido, o agente imobiliário se encaixa perfeitamente, porque ele é o profissional que faz a mediação entre o proprietário e o cliente e resolve todos os inconvenientes burocráticos, burocracia e procedimentos associados ao processo.
1. Status do comprador junto às agências de crédito
Se o nome do cliente estiver nos dados bancários da agência - como um SPC ou Serasa Experian, eles não podem solicitar financiamento imobiliário, pois não podem prestar os serviços. Vale notar que o nome do proprietário também deve ser limpo, porque, como eu disse, nesta situação o banco não concede nenhum empréstimo imobiliário.
2. Condições de uso do FGTS
Todos entendemos que o FGTS pode ser usado tanto como um recurso para amortizar o valor total na compra de um imóvel, quanto para instalar um financiamento imobiliário, certo?
Entretanto, o que muitos agentes imobiliários não sabem é que existem certas condições para o uso do FGTS. Entre eles temos a possibilidade de nomear:
O imóvel a ser financiado deve obrigatoriamente estar na mesma cidade (ou área metropolitana) em que o comprador está sediado;
Acrescentando as etapas de trabalho realizadas (consecutivas ou não) É necessário trabalhar pelo menos 3 anos sob o FGTS na mesma organização ou em organizações diferentes.
O comprador não pode ter um financiamento ativo no SFH, independentemente do território do território.
- O FGTS pode ser usado para descontar até 80% das taxas, mas somente por 12 meses contínuos;
- O custo do FGTS só é liberado após a entrega das contas e o registro do imóvel;
- O uso do FGTS não será dispensado se o comprador já tiver o imóvel registrado em seu nome;
- Mesmo com limitações de nome (SPC ou Serasa Experian), o comprador pode usar o FGTS para financiamento imobiliário;
- se ele já a utilizou para outra transação imobiliária, ele terá que esperar por um período de carência de 3 anos. Para que o comprador possa usar o FGTS novamente;
Para poder usar o FGTS como recurso para pagar as prestações de um empréstimo, o imóvel não pode ser avaliado em muito mais do que R$ 500.000.
3) Qual é o custo mais alto para financiar imóveis novos ou usados?
O Banco Central institui regras que limitam o custo do financiamento imobiliário a não mais do que 90% do custo do imóvel. Isto significa que o cliente deve ter pelo menos 10% do custo do imóvel com recursos próprios.
Para operações de financiamento imobiliário como o programa Minha Casa Minha Vida com recursos do FGTS, o auxílio poderia chegar a R$ 25 mil por família, dependendo da localização do imóvel.
4. A função de adicionar os lucros de outros
Todo administrador de imóveis deve saber que é viável somar os ganhos de até 2 pessoas a mais que vivem no imóvel para servir como base para o cálculo do financiamento imobiliário. Entretanto, somente serão aceitas pessoas que estejam em uma relação com o comprador ou seu cônjuge.
5. Porção máxima do aluguel que pode ser comprometida
Os bancos só concederão empréstimos à habitação se as taxas de financiamento não excederem 30% da renda bruta ou da renda pessoal do cliente.
6. Renegociação das parcelas ao longo do financiamento da casa
A dúvida é bastante comum entre os indivíduos interessados em financiamento imobiliário e, além disso, entre os agentes imobiliários. Estamos falando da probabilidade de renegociar o montante das parcelas uma vez que o financiamento já esteja em vigor.
A propósito, é viável renegociar os valores das taxas. Para isso, o cliente deve amortizar parte da dívida, encurtando o prazo do empréstimo ou, se preferir, mantendo o prazo mas reduzindo o custo das parcelas.
